...E de repente, vieste para mim. Perguntaste em voz alta, para que todos ouvissem:
-Henrique, você acreditou nisso?
-Não.
-Os outros pouco me importam. Mas vocÊ não podia acreditar nisso.
Dizendo isto, sentaste na minha carteitra e choraste com o rosto escondido no meu ombro. Eu te abracei, acariciri o teu cabelo.
-Eu te amo Helena.
-Eu também, Henrique! Eu também te amo !
Uma história de amor - Carlos Heitor Cony
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